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Manual de operação E by SIPLACE 2 Segurança operacional A partir da versão de software SC 712.1 Edição 05/2019 PT 2.11 D iretri zes ESD 99 2.10.6 Verificação Este processo será verificado e alterado conforme a situação, …
2 Segurança operacional Manual de operação E by SIPLACE
2.10 Bloqueio da estação de montagem e colocação de placas de aviso de alerta A partir da versão de software SC 712.1 Edição 05/
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2.10.5 Treinamento
– Treinamento do pessoal
– Cada colaborador deve ser treinado individualmente quanto às regras de segurança.
Naturalmente nem todo colaborador está exposto à mesma classe de perigo ou envol-
vido nos bloqueios/desligamentos. Por esse motivo, nem todo colaborador necessita de
um treinamento abrangente.
– Para se determinar o nível de treinamento de que cada colaborador necessita, o pessoal
é dividido em três grupos Para cada grupo é estabelecido um nível de treinamento.
– Colaborador autorizado.
– Estas pessoas colocam os cadeados e as placas de aviso de alerta, bem como também
executam os trabalhos de manutenção e assistência técnica. Por isso elas também têm
de possuir conhecimentos sobre regulagem de energia. Em primeiro lugar, têm de saber
identificar e medir todas as fontes de energia. Colaboradores autorizados também de-
vem identificar as fontes de energia que não são evidentes à primeira vista. Entre estas
estão fontes de energia como nas áreas de eletricidade, mecânica, hidráulica, pneumá-
tica, termodinâmica e gravitação. Tão logo estes colaboradores saibam reconhecer to-
das as fontes de energia, têm de ser treinados para saber ligar, regular, desligar e liberar
a energia sem risco.
– Colaboradores em questão
– Trata-se do pessoal que opera as máquinas ou módulos que devem ser desativados.
Aqui deve ser incluído o pessoal que trabalha em um setor cujas máquinas têm de ser
bloqueadas e estes bloqueios têm de ser identificados. Este pessoal tem de ser instruído
claramente sobre a essência do programa da regulagem da energia. Eles têm que saber
por que motivo o processo de bloqueio e identificação é tão importante, têm de conhecer
os cadeados e placas de alerta e saber porque não podem ser retirados.
– Todas as demais pessoas
– Como o nome já diz, são aqui considerados todos os outros colaboradores não autori-
zados ou que não estão envolvidos neste processo. Pertence a este grupo o pessoal
administrativo, a gerência e a diretoria. Mesmo que estas pessoas não estejam direta-
mente relacionadas com as máquinas que devem ser bloqueadas ou cujo bloqueio te-
nha de ser devidamente sinalizado, um certo grau de treinamento é indicado.
– O departamento encarregado dos aspectos de segurança realiza inspeções periódicas
para analisar o processo de bloqueio/sinalização. No âmbito dessas inspeções, o depar-
tamento de segurança registra se todos os aspectos do processo são observados. Em
função da situação, o departamento de segurança verifica formalmente o processo ou
promove um novo treinamento sobre o processo.

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A partir da versão de software SC 712.1 Edição 05/2019 PT 2.11 Diretrizes ESD
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2.10.6 Verificação
Este processo será verificado e alterado conforme a situação, pelo menos uma vez por ano.
2.11 Diretrizes ESD
2.11.1 O que significa ESD?
Praticamente todos os módulos modernos estão equipados com componentes ou elementos de
tecnologia MOS, altamente integrados. Estes componentes eletrônicos são, por motivos tecnoló-
gicos, muito sensíveis a sobretensões e, portanto, também a descargas eletrostáticas.
O nome abreviado desses módulos eletrostaticamente sensíveis é 'ESD' (Dispositivos Eletrosta-
ticamente Sensíveis). O nome internacional 'ESD' frequentemente usado vem do inglês (Elec-
trostatic Sensitive Device). O símbolo abaixo indicado em etiquetas e plaquetas em armários,
suportes de módulos ou embalagens, indica a utilização de componentes eletrostaticamente sen-
síveis e, portanto, o fato de que os respectivos módulos são sensíveis ao toque.
Os ESD's podem sofrer danos por tensões e níveis de energia muito abaixo do li-
miar de sensibilidade do ser humano. Estas tensões podem ser geradas mesmo
quando um componente ou um módulo é tocado por uma pessoa que não esteja
eletrostaticamente descarregada. Na maior parte dos casos, os componentes que
foram expostos a tais sobretensões não podem ser imediatamente identificados como avariados,
visto que uma falha funcional pode surgir só depois de algum tempo de funcionamento.
2.11.2 Medidas de proteção importantes contra cargas estáticas
Quase todos os plásticos são fortemente sujeitos a cargas eletrostáticas, motivo pelo qual
têm de ser mantidos absolutamente afastados dos componentes em risco!
Para o manuseio de componentes sensíveis a cargas eletrostáticas deve-se observar um
bom aterramento das pessoas, do posto de trabalho e da embalagem!
2.11.3 Manuseio de módulos ESD
Por princípio, os módulos eletrônicos só devem ser tocados se isso for absolutamente inevitável
para os trabalhos a serem executados. Nesses casos, nunca pegue nos módulos planos de
forma a tocar nos pinos ou nas vias condutoras.
Os componentes podem ser tocados somente
se houver um aterramento permanente através de pulseira ESD ou
se forem usados sapatos ESD ou faixas de proteção ESD para o aterramento dos sapatos,
em combinação com um pavimento ESD.
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2.11 Diretrizes ESD A partir da versão de software SC 712.1 Edição 05/2019 PT
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Antes de qualquer pessoa tocar em um módulo eletrônico, o seu próprio corpo tem de ser des-
carregado. A maneira mais fácil de fazer isso é tocar um objeto condutor aterrado, imediatamente
antes de tocar no referido módulo (por exemplo, peças de metal nu em quadros elétricos, um
cano de água, etc.).
Não deixe módulos tocar em tecidos carregáveis e altamente isolantes, como p.ex. filmes de
plástico, tampos de mesa isolantes ou peças de vestuário de fibra sintética.
Coloque os módulos exclusivamente sobre superfícies condutoras (mesa com tampo ESD, es-
puma ESD, sacos de embalagem ESD, recipientes de transporte ESD).
Não traga módulos para perto de visores de dados, monitores ou televisores. Mantenha uma dis-
tância mínima de > 10 cm em relação à tela.
2.11.4 Medição e modificação em módulos ESD
Só devem ser efetuadas medições nos módulos nas seguintes condições:
– o instrumento de medição está aterrado (p.ex., por condutor de proteção) ou
– antes da medição, a cabeça de medição do instrumento de medição isento de potencial é
brevemente descarregada (p.ex., tocar no metal nu da carcaça do quadro de comando).
Para soldar, utilize somente um ferro de solda aterrado.
2.11.5 Expedição de módulos ESD
Por princípio, guarde os módulos em embalagem condutora (p.ex. caixas de plástico meta-
lizado ou latas metálicas) e proceda a sua expedição também sempre em embalagem con-
dutora.
Se as embalagens não forem condutoras, os módulos têm de ser embrulhados em material
condutor. Para isso você pode usar, por exemplo, espuma de borracha condutora, sacos
ESD, folha de alumínio de uso doméstico ou papel. Porém nunca utilize sacos ou filmes de
plástico. 2
No caso de módulos com baterias incorporadas, observe para que a embalagem condutora
não entre em contato com os contatos da bateria ou provoque um curto-circuito; se neces-
sário, isole os contatos previamente com fita ou outro material isolante.