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2 Segurança do funcionamen to M anual do usuário S IPLACE HS-60 2.10 Prescrições CES Versão de so ftware SR.503.xx Edição 07/2003 PT 70 2.9. 6 V er ific ação Este proces so se rá verific ado e alter ado em fun ção da sit…
Manual do usuário SIPLACE HS-60 2 Segurança do funcionamento
Versão de software SR.503.xx Edição 07/2003 PT 2.9 Bloqueamento da máquina aut. e colocação de painéis de aviso
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2.9.5 Formação
(1) Treino de colaboradores
As regras de segurança estabelecem que cada membro do pessoal tem de ser devidamente
formado. Não se trata de cada membro duma maneira geral, mas daqueles que estão sujei-
tos à mesma classe de perigo. Por esse motivo, vastas medidas de formação não são ne-
cessárias para cada elemento do pessoal. 2
(2) Para se determinar o volume de formação de que cada elemento do pessoal necessita, o
pessoal é dividido em três categorias, cada uma destas com um determinado nível de for-
mação.
(3) Pessoal autorizado.
Estas pessoas instalam os aloquetes e os painéis de aviso e também executam os trabalhos
de manutenção e assistência técnica. Por esse motivo, também têm de possuir conhecimen-
tos sobre regulamentação de energia. Em primeiro lugar, têm de reconhecer e medir todas
as fontes de energia. Pessoal autorizado também tem de se encontrar à altura de detectar
fontes de energia que não sejam identificadas como tal à primeira vista, nos sectores de
electricidade, mecânica, hidráulica, pneumática, termodinâmica e gravitação. Logo que es-
ses elementos do pessoal possam reconhecer todas essas fontes de energia, têm de ser
formados para poderem ligar, regular e libertar a energia sem risco. 2
(4) Pessoal visado
Trata-se de pessoal que opere com máquinas ou componentes que devam ser activados.
Há ainda que considerar o pessoal que trabalha num setor cujas máquinas tenham de ser
bloqueadas ou que esses bloqueamentos tenham de ser assinalados. A esse pessoal tem
de ser explicado claramente o significado do programa da regulação da energia. Têm de fi-
car a saber por que motivo esse processo de bloqueamento e identificação é tão importante,
têm de conhecer o aspecto dos aloquetes e dos painéis de aviso e por que motivo não de-
vem ser retirados. 2
(5) Todas as outras pessoas
Tal como o nome diz, são aqui considerados todos os outros elementos do pessoal que não
são autorizados ou não são abrangidos por este processo. Pertence a este grupo o pessoal
de escritório, diretores e gerentes. Mesmo que estas pessoas não estejam diretamente re-
lacionadas com as máquinas que tenham de ser bloqueadas ou cujo bloqueamento tenha
de ser devidamente identificado, é, no entanto, vantajoso que haja um certo grau de forma-
ção. 2
(6) Para se analisar o processo de bloqueamento/identificação, o departamento encarregado
dos aspectos de segurança realizará inspeções periódicas. No âmbito dessas inspeções, o
departamento de segurança registrará em documento se todos os aspectos do processo fo-
ram considerados. Em função da situação, o departamento de segurança verificará formal-
mente o processo ou promoverá uma nova formação sobre o processo.

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2.9.6 Verificação
Este processo será verificado e alterado em função da situação em que se encontrar, pelo menos
uma vez por ano.
2.10 Prescrições CES
2.10.1 Que significa CES?
Praticamente todos os modernos grupos de componentes estão equipados com componentes ou
componentes altamente integrados segundo a técnica MOS. Estes componentes electrónicos
são, por motivos tecnológicos, muito sensíveis a sobretensões e, portanto, também a descargas
eletrostáticas.
A designação abreviada desses módulos eletrostaticamente sensíveis é ’CES’ (Componentes
Eletrostaticamente Sensíveis). Além disso, também se encontra frequentemente a designação
utilizada internacionalmente ’ESD’ (Electrostatic Sensitive Device). O símbolo abaixo indicado em
etiquetas e chapas em armários, suportes de módulos ou embalagens, chama a atenção para a
utilização de componentes sensíveis a cargas eletrostáticas e, portanto, para a sensibilidade ao
toque dos correspondentes módulos.
Os CES podem sofrer destruição por tensões e níveis de energia muito abaixo do
limiar de sensibilidade das pessoas humanas. Essas tensões podem ser geradas
mesmo quando um elemento construtivo ou um módulo é tocado por uma pessoa
que não esteja eletrostaticamente descarregada. Componentes que tenham sido
sujeitos a tais excessos de tensão não podem ser, na maior parte dos casos, imediatamente iden-
tificados como avariados, visto que só depois de algum tempo de serviço é que pode surgir um
comportamento errado.
2.10.2 Importantes medidas de proteção contra cargas estáticas
Æ
Quase todos os plásticos são fortemente sujeitos a cargas eletrostáticas, pelo que têm abso-
lutamente de ser mantidos afastados dos componentes em risco.
Æ No manuseio dos componentes em risco de cargas eletrostáticas, tem de haver uma boa li-
gação è terra de pessoas, do posto de trabalho e da embalagem!
2.10.3 Manuseamento de módulos CES
Fundamentalmente, os módulos só devem ser tocados se isso for absolutamente imprescindível
devido aos trabalhos a executar. Nesses casos, nunca pegue nos módulos planos de forma a to-
car nos pinos ou nas faixas condutoras.
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Componentes só podem ser tocados
Æ se houver uma ligação permanente a terra por pulseira CES ou
Æ se forem usados sapatos CES ou faixas de proteção CES para ligação de sapatos a terra jun-
tamente com um pavimento CES.
Antes de qualquer pessoa tocar num módulo electrónico, o seu próprio corpo tem de ser descar-
regado. A maneira mais fácil de o fazer é tocar num objeto condutor e ligado a terra imediata-
mente antes de tocar no referido grupo (por exemplo, componentes com a chapa à vista em
armários elétricos, um tubo de água, etc.).
Não deixe que módulos entrem em contato com tecidos carregáveis e altamente isolantes, como
p.ex. folhas de material plástico, tampos de mesa isolantes ou peças de vestuário de fibra sinté-
tica.
Coloque os módulos exclusivamente sobre bases condutoras (mesa com tampo CES, material
alveolar CES, sacas de embalagem CES, recipientes CES para transporte).
Não coloque módulos na proximidade de aparelho para visionamento de dados, cinescópios ou
aparelhos de televisão. Mantenha uma distância mínima superior a 10 cm em relação ao cines-
cópio.
2.10.4 Medição e alterações em módulos CES
Os módulos só podem ser medidos se
– o aparelho de medida estiver ligado a terra (p.ex. por condutor de proteção) ou
– se antes da medição com aparelho de medida isento de potencial a cabeça de medição for
descarregada durante um curto espaço de tempo (p.ex.aproximar à caixa de comando sem
pintura).
Æ Para soldar, utilize sempre um aparelho com fio de terra.
2.10.5 Envio de módulos CES
Æ
Guarde sempre os módulos em embalagem condutora (p.ex. caixas de plástico metalizado ou
caixas metálicas) e proceda ao seu envio também sempre em embalagem condutora.
Se as embalagens não forem condutoras, os módulos têm de ser embrulhados por forma con-
dutora. Para isso, deverá ser usado, por exemplo, espuma de borracha condutora, sacas
CES, folha de alumínio usada nas cozinhas ou papel. Nunca utilizar sacas ou folha de plás-
tico). 2
Æ No caso de módulos com baterias incorporadas, tem de haver o cuidado de evitar que a em-
balagem condutora entre em contato com as ligações da bateria ou faça curto-circuito; tape
também as ligações previamente com fita isoladora ou outro material isolante.