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2Segurança operacional Manual de operaçãoSIPLACE SX1/SX2 2.11Bloqueio da estação de montagem e colocação de placas de aviso A partir da versão de software SR.706.1 SP1 Edição 10/2014 PT 92 2.1 1.5 T reinamento – Treiname…

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Manual de operaçãoSIPLACE SX1/SX2 2Segurança operacional
A partir da versão de software SR.706.1 SP1 Edição 10/2014 PT 2.11Bloqueio da estação de montagem e colocação de placas de
aviso
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Liberação da energia acumulada
A energia acumulada na alimentação de ar comprimido e a energia elétrica dos condensa-
dores eletrolíticos têm de ser liberadas através de medidas adequadas. 2
Para isso, após desligar a estação de montagem, aguarde os tempos especificados para
descarga e despressurização, para então poder trabalhar na estação de montagem sem
riscos (vejas as seções 2.8
, página 79, e 2.9, página 83).
Verificação do bloqueio.
Teste o bloqueio da estação de montagem, simplesmente pressionando a tecla Start.
Os seguintes passos são necessários para colocar a estação de montagem novamente em
prontidão operacional.
Verifique a área de trabalho. Cuide para que o pessoal autorizado retire todas as ferramentas
e ative novamente todos os dispositivos de segurança.
Informe todos os colaboradores envolvidos.
Informe todos os trabalhadores na área envolvida que a máquina vai voltar a funcionar, antes
mesmo de tirar um único cadeado ou placa de aviso.
Remoção dos cadeados/placas de aviso
Cada colaborador autorizado terá que retirar o seu próprio cadeado e guardá-lo em segu-
rança.
Ligue a estação de montagem e deixe que o pessoal autorizado verifique, durante a opera-
ção, se os reparos foram executados corretamente.
2.11.3 Testes
O pessoal da manutenção pode testar os circuitos, ativando-os brevemente, sem anular o pro-
cesso de bloqueio. Porém, isso só pode ser feito se não houver mais nenhuma pessoa execu-
tando trabalhos no módulo a ser testado.
É extremamente importante que todas as demais teclas START estejam identificadas com a
placa de advertência "Não colocar em funcionamento", evitando deste modo uma partida involun-
tária do equipamento durante este período.
2.11.4 Responsabilidade e obrigações
Faz parte das tarefas e obrigações do pessoal de manutenção e assistência técnica assegu-
rar que este procedimento seja cumprido.
Faz parte das tarefas e obrigações do chefe imediato do pessoal de manutenção e assistên-
cia técnica orientar este grupo de pessoas sobre o procedimento.
Faz parte das tarefas e obrigações do responsável pela segurança, inclusive do comitê de
segurança, dos órgãos de saúde (Health Service Department) e dos gerentes dos diversos
departamentos, assim como do vice-presidente, regulamentar o processo de bloqueio e si-
nalização do bloqueio na estação de montagem.
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2.11.5 Treinamento
Treinamento do pessoal
As regras de segurança estabelecem que cada colaborador tem de ser devidamente trei-
nado, mas nem todos estão expostos à mesma classe de perigo. Por esse motivo, nem todo
colaborador necessita de um treinamento abrangente.
Para se determinar o nível de treinamento de que cada colaborador necessita, o pessoal é
dividido em três categorias, cada qual com um determinado nível.
Colaborador autorizado.
Estas pessoas instalam os cadeados e as placas de aviso, bem como também executam os
trabalhos de manutenção e assistência técnica. Por isso elas também têm de possuir conhe-
cimentos sobre regulagem de energia. Em primeiro lugar, têm de saber identificar e medir
todas as fontes de energia. Pessoal autorizado também tem que estar em condições de de-
tectar fontes de energia que à primeira vista não são identificadas, como nas áreas de ele-
tricidade, mecânica, hidráulica, pneumática, termodinâmica e gravitação. Tão logo estes
colaboradores saibam reconhecer todas as fontes de energia, têm de ser treinados para sa-
ber ligar, regular, desligar e liberar a energia sem risco.
Colaboradores em questão
Trata-se do pessoal que opera as máquinas ou módulos que devem ser desativados. Aqui
deve ser incluído o pessoal que trabalha em um setor cujas máquinas têm de ser bloqueadas
e estes bloqueios têm de ser identificados. Este pessoal tem de ser instruído claramente so-
bre a essência do programa da regulagem da energia. Eles têm que saber por que motivo o
processo de bloqueio e identificação é tão importante, têm de conhecer os cadeados e pla-
cas de aviso e saber porque não podem ser retirados.
Todas as demais pessoas
Como o nome já diz, são aqui considerados todos os outros colaboradores não autorizados
ou que não estão envolvidos neste processo. Pertence a este grupo o pessoal administra-
tivo, a gerência e a diretoria. Mesmo que estas pessoas não estejam diretamente relaciona-
das com as máquinas que devem ser bloqueadas ou cujo bloqueio tenha de ser devidamente
identificado, um certo grau de treinamento é indicado.
O departamento encarregado dos aspectos de segurança realiza inspeções periódicas para
analisar o processo de bloqueio/identificação. No âmbito dessas inspeções, o departamento
de segurança registra se todos os aspectos do processo foram considerados. Em função da
situação, o departamento de segurança verifica formalmente o processo ou promove um
novo treinamento sobre o processo.
2.11.6 Verificação
Este processo será verificado e alterado conforme a situação, pelo menos uma vez por ano.
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A partir da versão de software SR.706.1 SP1 Edição 10/2014 PT 2.12Diretrizes ESD
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2.12 Diretrizes ESD
2.12.1 O que significa ESD?
Praticamente todos os módulos modernos estão equipados com componentes ou elementos de
tecnologia MOS, altamente integrados. Estes componentes eletrônicos são, por motivos tecnoló-
gicos, muito sensíveis a sobretensões e, portanto, também a descargas eletrostáticas.
O nome abreviado desses módulos eletrostaticamente sensíveis é 'ESD' (Dispositivos Eletrosta-
ticamente Sensíveis). O nome internacional 'ESD' frequentemente usado vem do inglês (Elec-
trostatic Sensitive Device). O símbolo abaixo indicado em etiquetas e plaquetas em armários,
suportes de módulos ou embalagens, indica a utilização de componentes eletrostaticamente sen-
síveis e, portanto, o fato de que os respectivos módulos são sensíveis ao toque.
Os ESD's podem sofrer danos por tensões e níveis de energia muito abaixo do li-
miar de sensibilidade do ser humano. Estas tensões podem ser geradas mesmo
quando um componente ou um módulo é tocado por uma pessoa que não esteja
eletrostaticamente descarregada. Na maior parte dos casos, os componentes que
foram expostos a tais sobretensões não podem ser imediatamente identificados como avariados,
visto que uma falha funcional pode surgir só depois de algum tempo de funcionamento.
2.12.2 Medidas de proteção importantes contra cargas estáticas
Quase todos os plásticos são fortemente sujeitos a cargas eletrostáticas, motivo pelo qual
têm de ser mantidos absolutamente afastados dos componentes em risco!
Para o manuseio de componentes sensíveis a cargas eletrostáticas deve-se observar um
bom aterramento das pessoas, do posto de trabalho e da embalagem!
2.12.3 Manuseio de módulos ESD
Por princípio, os módulos eletrônicos só devem ser tocados se isso for absolutamente inevitável
para os trabalhos a serem executados. Nesses casos, nunca pegue nos módulos planos de forma
a tocar nos pinos ou nas vias condutoras.
Os componentes podem ser tocados somente
se houver um aterramento permanente através de pulseira ESD ou
se forem usados sapatos ESD ou faixas de proteção ESD para o aterramento dos sapatos,
em combinação com um pavimento ESD.
Antes de qualquer pessoa tocar em um módulo eletrônico, o seu próprio corpo tem de ser des-
carregado. A maneira mais fácil de fazer isso é tocar um objeto condutor aterrado, imediatamente
antes de tocar no referido módulo (por exemplo, peças de metal nu em quadros elétricos, um
cano de água, etc.).