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Manual do usuário SIPLACE HS-60 2 Segurança do funcionamento Versão de software SR.503.xx Edição 07/2003 PT 2.9 Bloqueament o da máquina aut. e colocação de p ainéis de aviso 69 2.9.5 Formação (1) Treino de cola borador …

2 Segurança do funcionamento Manual do usuário SIPLACE HS-60
2.9 Bloqueamento da máquina aut. e colocação de painéis de aviso Versão de software SR.503.xx Edição 07/2003 PT
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– Depois de desligar a máquina automática, aguarde o tempo indicado para descarga elé-
trica ou dissipação de pressão (ver as seções 2.6
e 2.7), para que na máquina automática
se possa trabalhar sem perigo.
(5) Verificação dos bloqueamentos.
Testar o bloqueamento da máquina automática, premindo simplesmente a tecla de arran-
que. 2
(6) Os seguintes passos são precisos para que a máquina automática fique pronta para arran-
car.
(7) Verificar a área de trabalho. Ter o cuidado de verificar que o pessoal autorizado retirou toda
a ferramenta e que todos os dispositivos de segurança estão novamente activos.
(8) Informar todo o pessoal sobre o que se vai passar.
Informar todo o pessoal na área em causa de que a máquina vai novamente entrar em ser-
viço, mesmo antes de se retirar nem que seja um só dos aloquetes ou dos painéis de aviso.2
(9) Retire os cadeados/as chapar de aviso
Cada colaborador autorizado tem de retirar o seu próprio cadeado e guardar o mesmo fe-
chado à chave. 2
(10) Ligar a máquina automática e mandar o pessoal autorizado verificar durante o serviço se as
reparações foram realizadas correctamente.
2.9.3 Testes
Pessoal de manutenção ou electricistas devem testar os circuitos, activando-os durante curto es-
paço de tempo, sem anular o processo de bloqueamento. No entanto, isso só deve ser feito se já
não houver pessoas a executar trabalhos no componente a testar.
É importantíssimo que todos os interruptores de arranque sejam identificados com o painel de
aviso „Não ligar“ a fim de assim se evitar o arranque inadvertido da máquina durante esse tempo.
2.9.4 Responsabilidade e obrigações
(1) Faz parte das atribuições e obrigações do pessoal de manutenção e dos electricistas garan-
tir que este modo de atuar seja respeitado.
(2) Faz parte das atribuições e obrigações dos chefes imediatos do pessoal de manutenção e
dos electricistas instruir o seu pessoal sobre este processo.
(3) Faz parte das atribuições e obrigações dos encarregados pela segurança, com a participa-
ção da comissão de segurança, das autoridades sanitárias (Health Service Department) e
dos diretores dos diferentes departamentos e vice-presidentes, regulamentar o processo de
bloqueamento e de identificação do bloqueamento das máquinas automáticas.
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2.9.5 Formação
(1) Treino de colaboradores
As regras de segurança estabelecem que cada membro do pessoal tem de ser devidamente
formado. Não se trata de cada membro duma maneira geral, mas daqueles que estão sujei-
tos à mesma classe de perigo. Por esse motivo, vastas medidas de formação não são ne-
cessárias para cada elemento do pessoal. 2
(2) Para se determinar o volume de formação de que cada elemento do pessoal necessita, o
pessoal é dividido em três categorias, cada uma destas com um determinado nível de for-
mação.
(3) Pessoal autorizado.
Estas pessoas instalam os aloquetes e os painéis de aviso e também executam os trabalhos
de manutenção e assistência técnica. Por esse motivo, também têm de possuir conhecimen-
tos sobre regulamentação de energia. Em primeiro lugar, têm de reconhecer e medir todas
as fontes de energia. Pessoal autorizado também tem de se encontrar à altura de detectar
fontes de energia que não sejam identificadas como tal à primeira vista, nos sectores de
electricidade, mecânica, hidráulica, pneumática, termodinâmica e gravitação. Logo que es-
ses elementos do pessoal possam reconhecer todas essas fontes de energia, têm de ser
formados para poderem ligar, regular e libertar a energia sem risco. 2
(4) Pessoal visado
Trata-se de pessoal que opere com máquinas ou componentes que devam ser activados.
Há ainda que considerar o pessoal que trabalha num setor cujas máquinas tenham de ser
bloqueadas ou que esses bloqueamentos tenham de ser assinalados. A esse pessoal tem
de ser explicado claramente o significado do programa da regulação da energia. Têm de fi-
car a saber por que motivo esse processo de bloqueamento e identificação é tão importante,
têm de conhecer o aspecto dos aloquetes e dos painéis de aviso e por que motivo não de-
vem ser retirados. 2
(5) Todas as outras pessoas
Tal como o nome diz, são aqui considerados todos os outros elementos do pessoal que não
são autorizados ou não são abrangidos por este processo. Pertence a este grupo o pessoal
de escritório, diretores e gerentes. Mesmo que estas pessoas não estejam diretamente re-
lacionadas com as máquinas que tenham de ser bloqueadas ou cujo bloqueamento tenha
de ser devidamente identificado, é, no entanto, vantajoso que haja um certo grau de forma-
ção. 2
(6) Para se analisar o processo de bloqueamento/identificação, o departamento encarregado
dos aspectos de segurança realizará inspeções periódicas. No âmbito dessas inspeções, o
departamento de segurança registrará em documento se todos os aspectos do processo fo-
ram considerados. Em função da situação, o departamento de segurança verificará formal-
mente o processo ou promoverá uma nova formação sobre o processo.

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2.10 Prescrições CES Versão de software SR.503.xx Edição 07/2003 PT
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2.9.6 Verificação
Este processo será verificado e alterado em função da situação em que se encontrar, pelo menos
uma vez por ano.
2.10 Prescrições CES
2.10.1 Que significa CES?
Praticamente todos os modernos grupos de componentes estão equipados com componentes ou
componentes altamente integrados segundo a técnica MOS. Estes componentes electrónicos
são, por motivos tecnológicos, muito sensíveis a sobretensões e, portanto, também a descargas
eletrostáticas.
A designação abreviada desses módulos eletrostaticamente sensíveis é ’CES’ (Componentes
Eletrostaticamente Sensíveis). Além disso, também se encontra frequentemente a designação
utilizada internacionalmente ’ESD’ (Electrostatic Sensitive Device). O símbolo abaixo indicado em
etiquetas e chapas em armários, suportes de módulos ou embalagens, chama a atenção para a
utilização de componentes sensíveis a cargas eletrostáticas e, portanto, para a sensibilidade ao
toque dos correspondentes módulos.
Os CES podem sofrer destruição por tensões e níveis de energia muito abaixo do
limiar de sensibilidade das pessoas humanas. Essas tensões podem ser geradas
mesmo quando um elemento construtivo ou um módulo é tocado por uma pessoa
que não esteja eletrostaticamente descarregada. Componentes que tenham sido
sujeitos a tais excessos de tensão não podem ser, na maior parte dos casos, imediatamente iden-
tificados como avariados, visto que só depois de algum tempo de serviço é que pode surgir um
comportamento errado.
2.10.2 Importantes medidas de proteção contra cargas estáticas
Æ
Quase todos os plásticos são fortemente sujeitos a cargas eletrostáticas, pelo que têm abso-
lutamente de ser mantidos afastados dos componentes em risco.
Æ No manuseio dos componentes em risco de cargas eletrostáticas, tem de haver uma boa li-
gação è terra de pessoas, do posto de trabalho e da embalagem!
2.10.3 Manuseamento de módulos CES
Fundamentalmente, os módulos só devem ser tocados se isso for absolutamente imprescindível
devido aos trabalhos a executar. Nesses casos, nunca pegue nos módulos planos de forma a to-
car nos pinos ou nas faixas condutoras.